A Orquestra TODOS com direcção musical do maestro italiano Mário Tronco é um novo projecto da APC cuja estreia acontecerá dia 11 de Setembro às 17h00 no Largo do Intendente.
Podem acompanhar este projecto aqui, ou pelo facebook: orquestra todos.
Este projecto é uma parceria entre a APC, a Câmara Municipal de Lisboa e a Fundação Calouste Gulbenkian.
Este projecto é resultado do festival TODOS e da presença na edição de 2009 da Orquestra di Piazza Vittorio. Inspirada nesse modelo organizativo e nessa filosofia de trabalho, a APC convidou o maestro Mario Tronco para desenvolver em Lisboa uma orquestra intercultural. Fundindo estilos musicais e influências musicais de várias partes do mundo, mas onde a sonoridade "lusófona" se afirme particularmente. A orquestra será composta por músicos imigrantes a viverem em Lisboa, seleccionados pelo maestro e sua equipa musical.
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Define-se por Produtor Cultural o responsável pela criação e implementação de organizações e de conteúdos artístico-culturais, capazes de contribuírem para o desenvolvimento sociocultural do indivíduo. Deste modo, é dever do produtor cultural, e assim se distinguindo da dimensão do produtor artístico, a defesa e implementação dos projetos artísticos e culturais cujos Princípios e Valores contribuem para a afirmação do Conhecimento, e para o desenvolvimento sociocultural do indivíduo, à luz da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
quinta-feira, 16 de junho de 2011
A APC já está a organizar a edição do TODOS 2011
Pelo terceiro ano consecutivo a APC em colaboração com o Gabinete Lisboa Encruzilhada de Mundos da Câmara Municipal de Lisboa, promove o FESTIVAL TODOS - Caminhada de Culturas. Entre 8 e 11 de setembro todos ao Intendente e à rua do benformoso, passando pelo martim moniz e outras ruas, ruelas e praçetas deste centro de Lisboa que a todos espanta, encantando ou inquietando. Apareçam, consultem a programação em http://todoscaminhadadeculturas.blogspot.com/
sexta-feira, 27 de maio de 2011
CLÁUDIA REGINA vence Prémio Natércia Campos 2011 para melhor produtor cultural
Foi ontem atribuído e pela primeira vez, o Prémio Natércia Campos 2011 que pretende distinguir de dois em dois anos a actividade profissional de um produtor cultural a trabalhar em Portugal. O Júri decidiu atribuir o Prémio a Cláudia Regina e, simultaneamente, fazer um Reconhecimento Público ao trabalho do produtor Natxo Checa.
Quem é Cláudia Regina? Uma jovem nascida em Angola em 1974. Licenciada em Design de Produção pela ESMAE do Porto e com o Bacharelato em Teatro/Produção pela ESTC - Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Colaborou, entre outras, com estruturas como o Teatro dos Aloés, Companhia de Teatro de Almada, Teatro alla Scala (Milão, Itália), Teatro Meridional e Filipe Crawford Produções Teatrais.
Foi criadora do actual formato de gestão do projecto COMÉDIAS DO MINHO, desenhando o plano de marketing que serve de base à identidade da companhia e que foi desenvolvido na perspectiva de oferta de variedade de linguagens teatrais a um público que acede unicamente aos espectáculos desta companhia e de envolvimento real da comunidade com a actividade teatral. Entre Setembro 2004 e Julho 2006 foi a Directora de Produção e Gestora deste projecto.
Fundou a BACKGROUND spp. em Junho de 2008, projecto que pretende possa representar um pilar de sustentabilidade e apoio ao desenvolvimento de diferentes estruturas artísticas.
O Júri quis ainda atribuir um Reconhecimento Especial ao trabalho do produtor NATXO CHECA, responsável pela criação e gestão do projecto ZDB – Associação Zé dos Bois, em Lisboa.
A ZDB foi criada em 1994, com o objecto de promover a criação contemporânea, a produção, pesquisa e laboratório e a difusão de objectos artísticos em diferentes áreas. A sua acção tem sido focada na criação acompanhada, através de residências; bem como através de relações aprofundadas com inúmeros criadores.
Tem um currículo extenso e regular enquanto plataforma multivalente, de interface, criação e produção, perpassando artes visuais, dança, teatro, música e os seus cruzamentos.
Desde 1997 na Galeria Zé dos Bois, no centro do Bairro Alto, a ZDB tem-se afirmado como um pólo cultural essencial, voltado para o exterior, no qual se podem destacar: A qualidade da criação, produção, curadoria e apresentação de exposições de Artes Visuais; A implementação do NEGÓCIO com residências, co-produções e programação regular; A afirmação no tecido cultural do país da ZDBmüzique; E toda a acção do Serviço Educativo (particularmente a que é direccionada para o meio envolvente).
A ambos os vencedores os nossos Parabéns.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Prémio Natércia Campos no valor de Mil Euros para o Melhor Produtor de Teatro ou Dança 2011.
Todos os interessados em se candidatarem a este Prémio promovido pela Academia de Produtores Culturais devem consultar as condições em anexo.
O Prémio Natércia Campos é um prémio bienal que procura prestigiar a profissão do produtor cultural em Portugal. E simultaneamente homenagear a memória de Natércia Campos, uma referência na produção de teatro em Portugal, que durante muitos anos trabalhou no grupo de teatro O bando.Natércia faleceu em 2006, mas continua a ser recordada como um exemplo a não esquecer.
> Consulte o Regulamento aqui.
Alerta aos Produtores e Companhias artísticas
Autarquias que não pagam nem respondem aos atrasos de pagamentos com o respeito devido aos artistas que para os seus munícipes trabalharam de boa fé e profissionalmente.
Atenção à Câmara Municipal de Santarém e à Câmara Municipal de Portimão. Não estão a actuar de boa fé.
A Academia de Produtores Culturais que foi parceira da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República Portuguesa, tendo mediado a venda de um conjunto de 7 espectáculos de Dança que percorreram o país, não pode deixar de manifestar a sua indignação pelo atraso nos pagamentos aos artistas que algumas das autarquias contratantes insistem em manter.
Contrataram os espectáculos, apresentaram os espectáculos e, de boa fé, os artistas esperaram pelos pagamentos que, por contrato escrito, lhes eram devidos até 48 horas depois da apresentação dos mesmos! O Município de Santarém, por exemplo ultrapassa agora 1 ano de não pagamento do espectáculo “A República Dança” – Uma brutalidade; O presidente da autarquia nem se digna responder sobre o atraso; uma Vergonha de arrogância e prepotência que em nada abona a figura do presidente Moita Flores… Vale a pena ir para Tribunal? Para só pagarem daqui a 3 ou 4 anos?
Evitem trabalhar com estas autarquias ou exijam os pagamentos antes de apresentarem os espectáculos – senão não os façam!!!
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